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Alunas da rede pública conseguem êxito no Provão Paulista para vagas de medicina


provão paulista

No mês em que é comemorado o Dia Internacional da Mulher, a área da medicina teve um resultado significativo envolvendo o público feminino. De acordo com uma reportagem divulgada pela Forbes, apenas meninas foram aprovadas para o curso de medicina no Provão Paulista Seriado, iniciativa do estado de São Paulo que oferece cerca de 15 mil vagas nas instituições públicas paulistas de ensino superior.


Ao todo, seis ex-alunas da rede estadual conquistaram a vaga por meio da nova avaliação do Governo de São Paulo, que deu oportunidade de acesso direto aos alunos da rede às universidades e faculdades públicas estaduais. Mais uma vez, as mulheres mostrando seu grande potencial para atuar em profissões desafiadoras, como a medicina.


O Provão Paulista Seriado é uma iniciativa inédita do Governo do Estado, por meio da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (Seduc-SP), que oferece em 2024 acesso direto a cerca de 15 mil vagas nas instituições públicas paulistas de ensino superior, entre elas, a Universidade de São Paulo (USP), Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Universidade Estadual Paulista (Unesp) e as Faculdades de Tecnologia do Estado de São Paulo (Fatecs). O processo classificatório foi realizado dentro das próprias escolas estaduais. 


Um dos grandes diferenciais dessa iniciativa é a oportunidade dada a pessoas de baixa renda. “Não conseguiria competir com alunos de escolas particulares ou com quem faz cursinho há muito tempo para entrar na USP”, disse a jovem Ana Luísa Sterza, que estudou na escola Professor Leopoldo Santana, no Capão Redondo, e foi aprovada na Universidade de São Paulo.


As estudantes aprovadas nos curso de medicina concluíram o Ensino Médio nas seguintes instituições estaduais: Canuto do Val, no Bom Retiro, e Maria José, na Bela Vista, no centro da capital, na Escola Estadual Oswaldo Catalano, no Tatuapé, zona leste, e nas escolas Professor Leopoldo Santana, no Capão Redondo, República do Panamá, na Vila das Belezas, e Professor Francisco Antonio Martins Junior, no Jardim São Bento, essas últimas na zona sul de São Paulo.


Recentemente, uma iniciativa solidária também foi assunto em jornais do mundo inteiro por beneficiar alunos de baixa renda. A Albert Einstein College of Medicine, no bairro do Bronx, em Nova York, passou a ter mensalidades gratuitas para todos os estudantes, graças a uma doação histórica e bilionária de US$ 1 bilhão (R$ 5 bilhões), de Ruth Gottesman, ex-professora e atual presidente do conselho da instituição. Essa atitude mostra o quanto o acesso mais amplo aos cursos de medicina é capaz de abrir portas para profissionais com grandes potenciais. 


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