Videolaparoscopia virou política pública. O que isso muda na sua carreira?
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Em dezembro de 2024, o Ministério da Saúde assinou uma portaria histórica: a inclusão da videolaparoscopia oncológica na Tabela de Procedimentos do SUS. Gastrectomia, colectomia, histerectomia, pancreatectomia — procedimentos que antes só podiam ser realizados por cirurgia convencional agora estão oficialmente autorizados pela técnica minimamente invasiva em hospitais públicos de todo o Brasil, com investimento federal previsto de mais de R$ 15,7 milhões por ano.

É um sinal claro: a cirurgia minimamente invasiva deixou de ser exclusividade do setor privado. O Estado brasileiro está apostando nela.
O mercado avança. A formação médica, nem sempre.
Dois anos depois, em janeiro deste ano, o Brasil divulgou os resultados da primeira edição do ENAMED — o novo exame nacional de avaliação da formação médica. O resultado foi preocupante: 107 cursos de medicina ficaram com conceito insatisfatório e serão submetidos a medidas de supervisão do MEC. Nas faculdades privadas com fins lucrativos, menos de 60% dos concluintes atingiram a proficiência mínima.
Em outras palavras: enquanto o sistema público expande a oferta de cirurgias minimamente invasivas, uma parcela significativa dos médicos formados no Brasil ainda não sai da graduação com o preparo técnico que o mercado exige.
A pergunta que fica é direta: quem vai operar?
Curso de Videolaparoscopia: a oportunidade está aí — para quem se preparar
A videolaparoscopia exige habilidades específicas — coordenação bimanual, navegação em campo visual reduzido, manejo preciso de instrumentos longos — que não deveriam, sob hipótese alguma, ser treinadas no paciente.
É exatamente o que o Instituto Simutec oferece há mais de 10 anos: treinamento individual, em simuladores de alta fidelidade, com metodologia clinicamente validada. Mais de 8 mil médicos treinados em módulos que cobrem desde suturas e pequenos procedimentos ginecológicos até cirurgias de maior complexidade, como Colecistectomia, Apendicectomia, Histerectomia, Bypass Gástrico, Hérnias, Nefrectomia, Lobectomia, Sigmoidectomia e Cirurgia Geral.
O SUS está se abrindo para a cirurgia minimamente invasiva. O setor privado já opera assim há anos. Médico que domina a técnica tem mais oportunidades — em qualquer cenário.
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