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Primeira médica tetraplégica do Brasil se destaca em cargo de liderança em multinacional


Divulgação/Bayer: Daniela Bortman, head de saúde da Bayer, está entre os 5% de pessoas com deficiência que ocupam cargos de liderança em grandes empresas do país.

No vasto universo da medicina, histórias inspiradoras e de superação são importantes para motivar os profissionais em suas jornadas. Por este motivo, usamos este espaço do blog do Instituto Simutec para trazer casos de pessoas que souberam enfrentar as  adversidades acadêmicas e pessoais em prol de um sonho: fazer a diferença na carreira médica. 


No post de hoje, vamos contar um pouco da trajetória da médica Daniela Bortman. Ela é um exemplo vivo de que a perseverança pode iluminar o caminho para uma vivência médica repleta de significado, resiliência e impacto positivo.


Confira a seguir:


Daniela Bortman, head de saúde na multinacional farmacêutica Bayer, está entre os 5% de pessoas com deficiência que ocupam cargos de liderança em grandes empresas do país. Aos 40 anos e com uma trajetória intensa de superação, ela concedeu uma entrevista à Forbes para falar sobre os desafios vividos ao longo da carreira e como se tornou referência em Medicina do Trabalho.


Daniela ficou tetraplégica aos 23 anos depois de sofrer um acidente de carro. Na época, estava cursando a faculdade, queria trabalhar com Radiologia e amava dançar. Ela precisou vencer a depressão para encontrar um novo olhar para a vida após esse episódio. 


Paulistana de Higienópolis, bairro de classe alta em São Paulo, e de ascendência judaica, a médica cresceu em um ambiente de clínicas e hospitais, onde seus pais trabalhavam. Na entrevista, ela contou que demorou um certo tempo para entender que as limitações físicas não seriam um obstáculo para o seu crescimento profissional. 


Foi só dois anos depois do acidente que conseguiu superar o preconceito que percebeu existir dentro de si e sentiu que ainda era a mesma pessoa cheia de sonhos e potencial. “Mas quando eu resolvi ir, percebi que o mundo não estava preparado para receber uma pessoa como eu”, lembra. 


Segundo ela, foi  preciso entrar com processo para voltar à faculdade e ocupar os espaços em que queria estar, apesar de ouvir que não era bem-vinda. “As pessoas esperavam que eu ficasse bem, mas na cama, aposentada, não sendo médica head de multinacional”. Ela se empenhou em fazer a diferença e hoje se orgulha das suas vitórias!


Defensora ativa de causas envolvendo diversidade, equidade e inclusão, Daniela é enfática ao afirmar que ama viver novas experiências e tem muito que aprender ainda. “A limitação motora não me impede de ser uma profissional competente”.


Se você quer se inspirar e ver mais este case de sucesso na medicina, vale a pena acessar a entrevista completa no site da Forbes.


1 comentário

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02 de fev.

Primeira médica tetraplegica não é não. Em Brasília existe o Dr. MINORO YANO que era ginecologista e 1986 teve um acidente de carro que o deixou tetraplegico e com isto ele mudou a especialidade dele para psiquiatra. Aliás um excelente psiquiatra. Então a matéria de vcs não corresponde à realidade.

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